Brasil, 13 de Dezembro de 2017
29 de julho de 2017

Rugas verticais na testa são influenciadas pela posição de dormir

A posição de dormir pode influenciar em um tipo específico de ruga: as verticais. "Quando o assunto é ruga, é normal a associação a linhas horizontais formadas em razão do fotoenvelhecimento e expressões faciais. Mas as rugas verticais que se formam na testa estão ligadas à posição de dormir (de lado), sendo a causa mais comum para o surgimento desse tipo de rugas. A pele sempre ‘dobra’ no mesmo local e favorece o aparecimento dessas rugas", explica o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr., membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. 

De acordo com o médico, essas rugas verticais se formam principalmente a partir dos 40 anos, mas podem aparecer também em pacientes com fototipos mais claros, aos 30. "Elas têm influência do envelhecimento celular, uma vez que quando a pele é jovem e tem elasticidade, ela contrai e volta ao normal sem criar o sulco, porque tem muitas fibras elásticas. À medida que o paciente envelhece, ocorre a diminuição dos níveis de fibras elásticas e isso acaba formando as rugas", comenta o médico. "A única exceção é com a ruga média frontal, que é aquela no meio da sobrancelha. Essas aparecem para pessoas muito expressivas, e também se formam verticalmente por contração da musculatura da região", explica. "Mas ambas têm influência do envelhecimento", destaca.

Para resolver o problema, o médico dermatologista indica a tecnologia Megafocus, um ultrassom micro focado da plataforma Solon. "Menos invasivo, Megafocus atinge o músculo, enrijecendo e deixando mais firme a musculatura. E o procedimento costuma melhorá-las e também eleva a sobrancelha e muda a silhueta facial, promovendo lifting não cirúrgico", explica o dermatologista.

Como age:
Segundo o dermatologista, Megafocus entrega pontos de coagulação térmica em uma série de linhas em duas profundidades: derme profunda (a 3 mm de profundidade) e na camada muscular - SMAS (sistema músculo aponeurótico, a 4,5 milímetros de profundidade). "O aquecimento ocorre na derme e no sistema superficial do músculo aponeurótico. Com isso, o músculo sofre uma contração imediata ao ser atingido pelos pontos de coagulação. Isso produz um efeito lifting, que pode apresentar evolução no período de três meses após o procedimento, quando o novo colágeno continua a ser produzido", destaca o médico.

Como age de dentro para fora, sem causar danos à epiderme, a recuperação é imediata e o paciente pode voltar às atividades de rotina no mesmo dia. Apesar disso, o dermatologista explica que, nos locais tratados, pode ocorrer inchaço, eritema, hematoma ou apresentar formigamento e leve sensação de dor muscular. "Todos estes sintomas melhoram rapidamente", completa. A ação do procedimento pode ser potencializada com o uso do laser Pro-Collagen, que age na derme mais superficial. "Com o uso dos dois equipamentos, há um rejuvenescimento completo com a eliminação dessas rugas", afirma Dr. Abdo Salomão Jr.

Sessões:
O médico indica uma sessão do procedimento. 

As contraindicações são: 
Gestantes, pacientes em tratamento com anticoagulantes, doença autoimune, diabetes, epilepsia, queloides e preenchedores.

 
Mais notícias sobre Notícias do Setor | Voltar
ÁREA DO EXPOSITOR
Usuário
Senha
Usuário
Senha